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Imprensa Marrom: 26 anos depois do caso ESCOLA BASE em 1994

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Uma mentira bem contada, transforma-se em uma grande injustiça.Inocentes foram julgados e condenados pela mídia, que estimulou o linchamento popular.
Como a mídia serviu de juiz, júri e carrasco num caso em que os donos de uma escola foram acusados de molestar e praticar orgia com crianças.

Justiça condena Globo em R$ 1,35 mi em caso da Escola Base.  Os jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e a revista IstoÉ também já foram condenados.
Vinte seis anos atrás, em março de 1994, a imprensa publicou reportagens sobre seis pessoas que estariam envolvidas no abuso sexual de crianças, alunas da Escola Base, localizada no Bairro da Aclimação, em São Paulo. Jornais, revistas, emissoras de rádio e de tevê basearam-se em “ouvir dizer” sem investigar o caso. Quando foi descoberto, a escola já havia sido depredada, os donos estavam falidos e eram ameaçados de morte em telefonemas anônimos.
Entenda o caso
Em São Paulo, o ano letivo havia acabado de começar para a escola de Educação Infantil Bas…

Acidente provocado por desatenção gera dever de indenizar, diz juíza

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O motorista que provocar acidente por desatenção exclusivamente sua pode ser obrigado a pagar indenização por danos morais à família de vítima fatal.
Com esse entendimento, a juíza Cláudia Costa Cruz Teixeira Fontes, da 32ª Vara Cível de Belo Horizonte, decidiu que um motorista que causou acidente ao abrir a porta do veículo deve compensar os pais da vítima.
Segundo os autos, o homem abriu a porta do carro sem olhar para os lados. Um ciclista acabou atingindo a parte do veículo e morrendo cinco dias depois em decorrência dos ferimentos.
“A partir da análise das provas, verifico que o autor desrespeitou as normas de trânsito,uma vez que conforme o artigo 49, do CTB, o condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificaram de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via”, afirma a decisão”.
Dessa forma, prossegue a magistrada, “flagrante é neste caso o desrespeito à norma de trânsito, pelo que f…